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Vídeos: MG2 TV Integração Centro-Oeste de Minas e Alto Paranaíba de quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020


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Médicos reclamam de descontos de até 97% na folha de pagamento em Varginha, MG


Segundo a prefeitura, o motivo é o não cumprimento da jornada de trabalho. Médicos reclamam de descontos nos salários em Varginha (MG) Médicos da Prefeitura de Varginha (MG) reclamam dos descontos na folha de pagamento que chegaram a até 97% do salário. Segundo a prefeitura, o motivo é o não cumprimento da jornada de trabalho. Desde julho do ano passado, os médicos são obrigados a registrar o ponto biométrico. Todos os mais de 3,4 mil funcionários da Prefeitura de Varginha são obrigados a registrar o ponto de trabalho por biometria. Mas até julho do ano passado, os 110 médicos do Sistema Municipal de Saúde não eram obrigados a fazer esse tipo de registro. Ate que uma denúncia do Ministério Público, de que os médicos não cumpriam a carga horária contratual, obrigou a categoria a registrar a entrada e saída do trabalho. Os médicos dizem que não foram avisados. "Deveria ter sido feita uma reunião com os médicos, ter havido um diálogo e ter avisado médico a médico, isso não ocorreu", disse o médico Robertson Rodrigues Pereira. Sem a marcação do ponto, os salários da classe foram descontados. A reportagem da EPTV Sul de Minas, afiliada Rede Globo, teve acesso a dois holerites. Em um deles, o salário deveria ser de R$ 3,680 mil, mas foram pagos R$ 86. Em outro, o desconto reduziu o salário de quase R$ 7 mil para R$ 111. Médicos reclamam de descontos de até 97% na folha de pagamento em Varginha, MG Reprodução EPTV A prefeitura contestou a falta de aviso. Segundo o secretário de Administração, o documento foi enviado no ano passado para todos os profissionais de saúde. Nele, estaria a obrigação de todos registrarem o ponto. Os funcionários deveriam assinar para comprovar que receberam as informações. É possível ver a assinatura de médicos. "Praticamente em todos os municípios do Brasil, a classe médica é uma classe diferente nessa questão do trabalho, mas infelizmente a obrigatoriedade do registro de comparecimento está prescrito em lei, e nós temos que fazer cumprir a lei", disse o secretário de Administração, Sérgio Takeishi. O secretário disse que o município está disposto a rever os descontos. "Nós deixamos o município em aberto para que cada médico que se sentir lesado apresente o seu requerimento e a revisão será efetuada sem problema nenhum, inclusive alguns casos já foram revistos", disse o secretário. Nesta quarta-feira (19), médicos da rede municipal de saúde fizeram uma paralisação. Segundo eles, o motivo não é os descontos, mas a falta de equipamentos e material na rede pública de saúde. "A prefeitura deixa a desejar em alguns aspectos em relação ao atendimento. Em relação a locais apropriados, em relação aos meios pelos quais eles disponibilizam os médicos pra gente poder trabalhar. Então faltam insumos, faltam aparelhos e isso querendo ou não atrapalha o atendimento ao paciente, não fica um atendimento o qual nós julgamos adequado, então a qualidade fica prejudicada", completou o médico Robertson Rodrigues Pereira. Segundo o secretário municipal de Administração, o município sabe das reclamações dos médicos, mas não recebeu nenhum documento formal com a lista do que precisa ser melhorado. Ele disse ainda que o assunto da precariedade dos equipamentos será discutido como sindicato da categoria. Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas

Caminhão perde freios e desvia de veículos em descida na BR-050, próximo a Uberlândia; veja vídeo


Caminhoneiro disse que veículo perdeu os freios e chegou a 200 km/h. Ele transportava 13 toneladas de sacola, além da esposa e o filho; ninguém se feriu. Caminhão perde freios e desvia de veículos em descida na BR-050, próximo a Uberlândia Um caminhoneiro precisou fazer manobras arriscadas depois que o veículo que ele dirigia perdeu os freios em uma descida da BR-050 entre Uberlândia e Araguari. O fato foi filmado por uma pessoa que trafegava na pista nesta terça-feira (18). As imagens mostram o caminhão-baú com pisca-alerta ligado, desviando de carros e caminhões, e quase tombando nas curvas. O veículo chegou a passar sobre a ponte do Rio Araguari e, quando começou a subida, ele parou. Nele, além do motorista, estavam a esposa e o filho; ninguém se feriu. Sidnei Pereira é quem estava ao volante. Ele saiu de São Paulo carregado com 13 toneladas de sacolas plásticas com destino a Brasília. “O sistema de freios parou de funcionar na descida. Liguei o pisca-alerta e comecei a gesticular para que os motoristas evitassem me ultrapassar e também pedindo que os carros à frente abrissem espaço”, contou. O caminhoneiro percorreu cerca de seis quilômetros sem freios e acredita que tenha atingido mais de 200 km/h. Ele relembrou o momento de mais emoção. “Me apavorei quando vi um carro na minha frente, na faixa do lado esquerdo, e do lado direito tinha uma Kombi. Não sei como eu consegui passar pelos dois veículos sem bater em nenhum”. Nas imagens é possível ver o momento de tensão. O caminhoneiro, que está há 31 anos na estrada, também disse que a esposa o acompanhava na viagem. “Foi por Deus mesmo. Minha esposa me manteve firme. Teve um momento que pensei em jogar o caminhão contra um barranco, mas ela me acalmou e logo vimos uma subida na estrada”, afirmou. O vídeo feito por uma pessoa que também trafegava pela rodovia foi compartilhado pelas redes sociais. Sidney disse que assistiu e se emocionou. Nesta quarta-feira (19) ele ainda estava em Araguari aguardando os reparos nos freios do caminhão para seguir viagem. “Foi a primeira vez que passei por um sufoco desse. Tem que ter muita fé em Deus e confiar que vai dar tudo certo”, finalizou. Caminhoneiro, esposa e filho 'nasceram de novo' depois que caminhão ficou desgovernado na BR-050 entre Uberlândia e Araguari Fábio Melo/G1

Suspeitos de tentativa de latrocínio são detidos em Guanhães


De acordo com a Polícia Militar, dois adolescentes foram apreendidos e dois homens presos. Os suspeitos foram encaminhados para a delegacia da cidade. Polícia Militar prende suspeitos de tentativa de latrocínio em Ganhães Polícia Militar/Divulgação Quatro suspeitos de 16, 17, 19 e 29 anos foram detidos nesta quarta-feira (19) por tentativa de latrocínio, roubo seguido de morte, em Guanhães (MG). De acordo com a Polícia Militar, os suspeitos agiram em dois bairros, mas uma das vítimas conseguiu fugir. Ainda segundo a PM, os autores tentaram assaltar um homem no bairro Vilage, porém conseguiu correr dos autores. Testemunhas informaram aos policiais que eles estavam em um carro branco. De acordo com os militares, logo depois os suspeitos se deslocaram até o bairro Nova União, com o objetivo de cometer outro crime. No local, os criminosos roubaram uma pizzaria. Durante o assalto, um dos autores atirou e acertou o braço de uma das vítimas. Após o disparo, o bandido pegou o celular da vítima, enquanto um outro pegava o dinheiro no caixa da pizzaria. A Polícia Militar conseguiu abordar o veículo em que os suspeitos estavam e, no momento da abordagem, o adolescente que atirou na vítima conseguiu fugir. Os outros três autores foram detidos. De acordo com a polícia, no veículo foram encontrados o celular e parte do dinheiro que havia sido roubado. Após conduzir os três autores para a delegacia, o adolescente foragido foi encontrado e apreendido. Com o menor, os militares apreenderam a arma utilizada no crime, três motocicletas ilegais, sendo duas com chassi raspado e uma com registro de furto, além de peças de moto. Veja mais notícias da região em G1 Vales de Minas Gerais.

Vídeos: MG2 TV Integração Zona da Mata e Campo das Vertentes de quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020


Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da Zona da Mata e Campo das Vertentes. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da Zona da Mata e Campo das Vertentes.

Delegada fala sobre prisão dos suspeitos de matar jovem durante briga em Uberlândia


Crime foi registrado em janeiro em uma ocupação. Uma mulher e a filha dela também foram baleadas. Delegada Thays Regina Silva explica prisão de suspeitos por homicídio no Irmã Dulce em Uberlândia Reprodução/TV Integração A Polícia Civil falou, na tarde desta quarta-feira (19), sobre a prisão de dois suspeitos de matar Rafael Tomaz de Oliveira, de 27 anos, em janeiro, na ocupação Irmã Dulce, em Uberlândia. Uma criança e uma mulher também foram baleados. De acordo com a delegada Thays Regina Silva, Rafael aguardava a chegada de um motorista de aplicativo e presenciou a discussão entre os dois suspeitos, ambos de 31 anos. A presença do jovem teria desagradado os autores. “Eles saíram do veículo que estavam e começaram agredir a vítima. A agressão incentivou a intervenção de familiares e amigos do Rafael, o que irritou os agressores, que saíram afirmando que retornariam posteriormente. Após 15 minutos, eles retornaram e efetuaram disparos de arma de fogo” explicou a delegada. Além do jovem, uma mulher de 30 anos e a filha dela de 7 anos foram atingidas pelos tiros. Ambas foram socorridas e sobreviveram ao crime. “A mulher, a princípio, acreditamos que poderia ser uma vítima aleatória. Porém, foi constatado na investigação que ela foi a principal defensora do Rafael, foi identificada e também se tornou alvo dos autores”, acrescentou Thays. Ainda segundo a Polícia Civil, os suspeitos devem responder por homicídio qualificado, sem possibilidade de resistência da vítima e por motivo fútil. Eles ainda podem ser acusados pela tentativa de homicídio da mulher e da criança. Homicídio O crime foi registrado no dia 11 de janeiro em uma ocupação conhecida como Irmã Dulce. Uma testemunha disse para a Polícia Militar (PM) que estava no bar quando um carro chegou com dois ocupantes e estacionou em frente ao local. A vítima teria olhado para eles e foi questionada. Conforme o Boletim de Ocorrência, o jovem respondeu que não estava olhando nada e que aguardava um transporte por aplicativo. Foi então que eles começaram a brigar, com agressões mútuas, e foram separados por moradores. No entanto, os dois ocupantes do carro saíram do bar e avisaram que voltariam. Alguns minutos depois, o automóvel retornou e foram ouvidos disparos. O rapaz foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Outras vítimas Na confusão, uma mulher de 30 anos também foi atingida na nádega direita e a filha dela, uma criança de 7 anos, no dorso do tórax e na perna esquerda. Elas foram socorridas e sobreviveram.

Psicóloga de Juiz de Fora cria manual para ajudar idosos a usarem celular


Demanda surgiu após uma paciente reclamar que não estava conseguindo usar o aparelho. Veja como funciona. Manual criado por psicóloga de Juiz de Fora Hellen Amaral/Arquivo Pessoal Uma psicóloga de Juiz de Fora criou um manual para ajudar idosos a usarem celulares. A demanda surgiu após uma paciente reclamar que não estava conseguindo usar o aparelho. Em entrevista à TV Integração, a psicóloga de Hellen Amaral explicou que estava atendendo no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do município de Argirita (MG), quando a idosa contou que ganhou um celular, mas estava com vergonha porque não sabia manusear o aparelho. "Aqui no Cras a gente presa a assistência ao invés de assistencialismo, que significa dar autonomia para a pessoa ao invés de fazer as coisas para a pessoa", acrescentou. Segundo Hellen Amaral, o manual foi feito em três dias. "Procurei fazer colorido porque isso ia ajudar ela associar as cores com os ícones", contou. Durante a confecção, a psicóloga fez o desenho do aparelho e colocou todos os ícones e botões disponíveis da tela inicial. Ao lado de cada um deles, uma explicação, como por exemplo, onde aumenta e diminui o som e onde tocar para aparecer todas as páginas que estão abertas. Conforme a profissional, a ação tomou uma proporção. "Comecei a perceber que é uma necessidade das pessoas idosas e que eles precisam de autonomia para mexer nas novas tecnologias", finalizou. Psicóloga de Juiz de Fora cria manual para facilitar a relação dos idosos com o celular Veja imagens do manual Manuel feito por psicóloga de Juiz de Fora Hellen Amaral/Arquivo Pessoal Manual com explicações sobre celular para idosos Hellen Amaral/Arquivo Pessoal

Idoso tenta subir em caminhão em movimento e morre atropelado em Iguatama

Ocorrência foi registrada nesta quarta-feira (19). Um idoso de 62 anos morreu após ser atropelado por um caminhão carregado de lenha nesta quarta-feira (19), em Iguatama. De acordo com a Polícia Militar (PM), o caminhão atolou e a vítima, que estava no veículo, desceu para arrumar a estrada, localizada no povoado de Boa Vista, na zona rural de Iguatama. O idoso tentou entrar no caminhão em movimento, quando perdeu o equilíbrio, caiu e foi atropelado. Ainda segundo os militares, foi relatado que outra pessoa estava dirigindo o veículo. Após a ocorrência, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Formiga. O outro motorista foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil, que também esteve no local e investiga o caso.

VÍDEOS: EPTV 2 Sul de Minas de quarta-feira, 19 de fevereiro


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Professores da rede municipal suspendem greve em Juiz de Fora


Decisão ocorreu durante assembleia nesta quarta-feira (19). Veja as revindicações. Professores municipais aprovam greve em assembleia em Juiz de Fora Reprodução/TV Integração Os professores da rede municipal de ensino suspenderam a greve que tinham iniciado na manhã desta quarta-feira (19). A decisão ocorreu durante uma assembleia. Com isso, as aulas voltam ao normal nesta quinta-feira (20). Segundo a coordenadora geral do Sindicato de Professores de Juiz de Fora (Sinpro-JF), Cida Oliveira, apesar da suspensão, os docentes mantêm o estado de greve. Professores da rede municipal entram em greve em Juiz de Fora De acordo com o Sindicato de Professores de Juiz de Fora (Sinpro-JF), 74% dos docentes aderiram à greve na manhã desta quarta-feira. A rede municipal tem cerca de 40 mil alunos em 101 escolas. Reivindicações A principal pauta dos professores é a realização de um concurso público. O Projeto de Lei será encaminhado à Câmara Municipal e altera diversos pontos da carreira do magistério. Entre eles, a mudança de carga horária semanal de 20 horas para 30 horas. Este concurso tem previsão de criação de 900 vagas. Além desta pauta, os professores reivindicam, por exemplo, a readequação salarial. Em nota, a Prefeitura de Juiz de Fora informou que o Projeto de Lei ainda não foi remetido ao Legislativo e está com diálogo aberto com a categoria. Sobre a mudança na carga horária, o Executivo declarou que pode ser reavaliada. A categoria já havia realizado uma paralisação de 48 horas pelos mesmos motivos nos dias 13 e 14 de fevereiro.

Grupo empresarial deve pagar quase R$ 21 milhões por desvio de recursos da Cidade das Águas em Frutal


Empresa foi investigada pelo MPMG em 2016 quando empresários e políticos foram presos. Parte do acordo será destinada à UEMG e restante vai para o Estado; G1 procurou os envolvidos. Parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal Ascom/Unesco-Hidroex Um grupo empresarial português firmou acordo para pagamento de R$ 20,9 milhões em medidas compensatórias apuradas pela Operação “Aequelis”, que investiga o desvio de recursos públicos destinados a Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas (Hidroex) para a construção do Complexo Cidade das Águas, em Frutal. O acordo foi firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) e a Advocacia-Geral do Estado (AGE). A informação foi divulgada pelo MPMG na última segunda-feira (10). Os valores já foram depositados. O nome do grupo empresarial não foi divulgado na publicação do órgão, que reforçou que não fornece contatos de partes em procedimentos. Na época da operação, desencadeada em 2016, empresários e políticos foram conduzidos pela polícia durante cumprimento de mandados de prisão em cidades no interior de Minas Gerais e São Paulo. Foram encontrados indícios de superfaturamento em vários contratos (relembre mais abaixo). Segundo o MPMG, R$ 4,7 milhões são referentes ao ressarcimento do dano causado ao Estado. Outros R$ 10,2 milhões se referem a danos morais coletivos. No acordo, constam, ainda, R$ 4,7 milhões como pagamento de multa civil, e R$ 1,2 milhão de transferência não onerosa. “Sem abrir a mão da punição àqueles que cometeram os ilícitos, a solução leva benefícios imediatos aos que foram prejudicados pelos crimes. Esse é um ponto em que insistimos desde o início e que continuaremos a reforçar”, disse o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet. Destinação Uma parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal. Já o restante será destinado aos cofres do Estado. Conforme o Ministério Público, o acordo firmado se refere a uma das ações ajuizadas por improbidade administrativa, e interfere em outras ações penais em curso na Justiça Federal. Réus que ainda não firmaram acordo continuam respondendo o processo. A Fundação Hidroex foi extinta em 2016. Promotoria de Frutal O G1 entrou em contato com o MPMG para saber qual a quantia de dinheiro público desviada e se, além do impacto financeiro, houve impacto ambiental. Sobre isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Frutal informou, nesta quinta-feira (13), que o valor estimado de dinheiro público desviado segundo a apuração do Ministério Público foi de R$ 4.758.136,00. Sobre os danos gerados ao Estado – citados no acordo – a promotoria afirmou que não têm qualquer aspecto ambiental, sendo exclusivamente no âmbito da tutela do patrimônio público. Valores depositados Foi informado também que os valores do acordo foram depositados em conta judicial nos autos da ação, em trâmite pela 2ª Vara Cível da Comarca de Frutal e serão gastos nos termos de acordo com solicitação específica e autorização judicial. UEMG Ainda segundo a promotoria, em relação ao montante destinado à UEMG Frutal, relativos aos danos morais coletivos, foi designada pela 3ª Promotoria de Justiça de Frutal uma reunião na próxima segunda-feira (17) com a Diretoria da unidade e com a Comissão pró-UEMG Frutal. O encontro vai contar com representantes dos estudantes, dos professores, dos servidores e da sociedade civil frutalense para discutir as prioridades a serem atendidas e como ocorrerá a fiscalização por parte do MPMG, que encaminhará também para análise da CGE. Operação "Aequalis" A Operação "Aequalis" foi deflagrada em maio de 2016. No dia 20 de setembro do mesmo ano, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou a lei que extinguiu a Fundação Hidroex, investigada pelo MPMG por suspeita de envolvimento e desvio de verbas públicas. A operação encontrou indícios de superfaturamento em vários contratos, dentre eles o de venda de equipamentos. O ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, entre 2012 e 2014, Nárcio Rodrigues (PSDB), e outras 14 pessoas foram acusadas de organização criminosa, fraude em licitação, obtenção de vantagem indevida, lavagem de dinheiro, peculato e obstrução. Cidade das Águas foi projeto para ser um centro internacional de pesquisa Ascom/Unesco-Hidroex A Hidroex desenvolvia em Frutal o Complexo Cidade das Águas, que começou a ser construído em 2012 e teria mais de 1 milhão de m². O local foi projetado para se tornar um centro internacional de pesquisa, com foco na conservação do patrimônio hidrológico da América Latina e das nações africanas de língua portuguesa. Com a extinção da Hidroex, a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) assumiu as responsabilidades e obrigações da fundação quanto aos programas, projetos, contratos e convênios celebrados. O mesmo ocorreu com os bens imóveis, que foram revertidos ao patrimônio do Estado, cabendo à Secretaria de Fazenda (SEF) proceder a destinação. Irregularidades na Hidroex Uma auditoria da Controladoria-Geral de Minas Gerais apontou, em abril de 2016, suposto dano aos cofres públicos devido a irregularidades na obra do Complexo Cidade das Águas durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB). A auditoria da controladoria aponta que houve prejuízo de cerca de R$ 9,8 milhões aos cofres públicos.

Carlinhos Maia apresenta show de humor 'Mas, Carlos!' pela primeira vez no AP


Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Michele Maycoth interpreta sucessos de Maria Gadú em noite romântica no AP


'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Exposição 'Minha Aldeia' reúne fotografias inspiradas no cotidiano amapaense


Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Peça teatral amapaense vai narrar acontecimentos 19 anos depois do último livro de Harry Potter


Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Levantamento do G1 mostra variação de preço nas opções de transporte em Divinópolis; confira


Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Show de humor em Macapá leva histórias de ribeirinhos da Amazônia para o teatro


Dupla Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara apresentam ‘Agora é que são Eles’, na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras. Lançamento de livros também marcam visita dos humoristas ao AP. Epaminondas Gustavo (com a bandeira) e Adilson Alcântara no show 'Agora é que são Eles’ Divulgação Histórias engraçadas de ribeirinhos que vivem no interior do Pará inspiraram o repertório de “Agora é que são Eles”, novo show de humor da dupla paraense Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara. A apresentação do espetáculo acontece na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá. Com o sotaque típico da região, o personagem Epaminondas Gustavo, interpretado pelo ator Cláudio Rendeiro, conta aventuras, reclamações, desavenças, conselhos e fatos de comunidades que vivem às margens de rios. A apresentação teatral é acompanhada por canções de Alcântara. Além de ator, Rendeiro é juiz do Tribunal de Justiça do Pará. Ele caracterizou o protagonista do show de humor como um morador de São Caetano de Odivelas, cidade natal do magistrado, com linguajar “caboco” e cheio de expressões. Alcântara é um artista paraense com 25 anos de carreira como cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Ele é o responsável por equilibrar o humor com a paródia, que também faz parte da vida dos ribeirinhos, e conta as piadas com ritmo e acompanhado por um violão. A dupla fez uma apresentação em Macapá em maio, lotou o teatro e quer repetir a experiência na capital. Espetáculo leva histórias hilárias da região ribeirinha do Pará Divulgação Livros e palestra Um dia antes da apresentação no Teatro das Bacabeiras, os humoristas vão fazer o lançamento dos livros “Sátira de um Ribeirinho”, que traz crônicas e histórias no olhar de Cláudio Rendeiro, e “Lírica Ribeirinhas e Outras Margens”, com o lado poético do artista. O lançamento dos livros é gratuito acontece após uma palestra-show voltada para alunos do curso de direito, no auditório do Sebrae em Macapá. Serviços Palestra-show para estudantes de direito Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 19h Local: Auditório do Sebrae (Av. Ernestino Borges, 740 - Laguinho) Entrada: R$ 20 Lançamento dos livros Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 20h30 Local: Auditório do Sebrae Entrada: franca Show de humor 'Agora é que são Eles' Data: 3 de agosto (sexta-feira) Hora: 20h Local: Teatro das Bacabeiras Ingresso: R$ 30 Informações: (96) 98139-9346 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Sem dinheiro, venezuelanos acampam às margens de rodovia na fronteira do Brasil: 'aqui pelo menos temos comida'


Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; 'Na rua é muito frio' Inaê Brandão/G1 RR Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias. Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua - o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas. Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas. No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões. As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C. A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então. "Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso", lamentou Angélia. A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil. "Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada", disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha. O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário - corroído pela inflação diária de 2,8% - perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho. "A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida", disse. O objetivo da família é chegar até Manaus. Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: 'é uma homenagem ao país que me acolheu' Inaê Brandão/G1 RR O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela. Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu. "A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato", afirmou. Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal. "A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga". Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar. Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia. Imigrantes fazem comida em fogões improvisados Inaê Brandão/G1 RR Crise migratória Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações. Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres. O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia. Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados. Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado. Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país. Acampamento foi montado às margens da BR-174 Inaê Brandão/G1 RR Initial plugin text

Barracas de apoio aos romeiros começam a funcionar nesta sexta na BR-365 em Patos de Minas


Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto. Reprodução/TV Integração Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto. As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365. Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros. O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

Quilo do Pirarucu é vendido em Rondônia por R$ 9,36 no valor médio


Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades Toni Mendes/ TG A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas. Confira abaixo a lista de alguns itens: Peixe Pirarucu (quilo) Preço médio: R$ 9,36 Porto Velho: R$ 11,00 Guajará-Mirim: R$ 10,00 Ariquemes: cotação não informada Jaru: R$ 8,00 Rolim de Moura: R$ 7,40 Machadinho D'Oeste: R$ 10,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00 Ji-Paraná: R$ 11,00 Colorado do Oeste: R$ 8,50 São Miguel do Guaporé: cotação não informada Costa Marques: cotação não informada Cacoal: cotação não informada Vilhena: cotação não informada Pimenta Bueno: cotação não informada Banana Nanica/ Nanicão (quilo) Preço médio: R$ 1,88 Porto Velho: R$ 2,00 Guajará-Mirim: R$ 1,80 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 2,00 Rolim de Moura: R$ 1,30 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 2,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: 1,50 Cacoal: R$ Cotação não divulgada Vilhena: R$ Cotação não divulgada Pimenta Bueno: R$ 2,00 Bezerro de corte (cabeça) Preço médio: R$ 960,71 Porto Velho: R$ 950,00 Guajará-Mirim: R$ 900,00 Ariquemes: R$ 950,00 Jaru: R$ 1.000,00 Rolim de Moura: R$ 1.100 Machadinho D'Oeste: R$ 1.000,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00 Ji-Paraná: R$ 950,00 Colorado do Oeste: R$ 1.000,00 São Miguel do Guaporé: 720,00 Costa Marques: R$ 900,00 Cacoal: R$ 980,00 Vilhena: R$ 1.000,00 Pimenta Bueno: R$ 1.000,00 Alface convencional (maço) Preço médio: R$ 1,80 Porto Velho: R$ 1,50 Guajará-Mirim: R$ 2,00 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 1,50 Rolim de Moura: R$ 1,50 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 1,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: R$ 2,00 Cacoal: R$ 2,00 Vilhena: R$ 1,65 Pimenta Bueno: R$ 2,00

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