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Homem de Minas Gerais morre por coronavírus nos Estados Unidos


Vítima tinha 60 anos é natural de Poços de Caldas (MG) e morava nos Estados Unidos há 30. Informação foi divulgada em blog que acompanha vida de emigrantes do Sul de Minas nos EUA. Um homem de 60 anos, natural de Poços de Caldas (MG), morreu no Hospital de Mount Vernon, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, vítima do novo coronavírus na noite de quarta-feira (1º). Daniel Valias trabalhava em uma empresa de pinturas quando foi infectado. Ele estava nos EUA há 30 anos e deixou a esposa e dois filhos. A informação sobre a morte do sul-mineiro foi divulgada pelo blog de Walther Alvarenga, que tem uma Organização Não Governamental (ONG) em apoio ao emigrante brasileiro. Ele tem acompanhado a situação das pessoas do Sul de Minas nos Estados Unidos. A comunidade brasileira, segundo Walther Alvarenga, está apreensiva em meio ao momento de tensão em Nova York, que se tornou o epicentro do coronavírus no país. Brasileiro, natural de Poços de Caldas (MG), morreu nos Estados Unidos vítima do coronavírus Reprodução/EPTV Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas

Leitos da maternidade da Santa Casa de Bom Despacho serão utilizados por pacientes com coronavírus


Ala estava desativada, mas foi reformada e reequipada recentemente. São 15 leitos disponíveis no setor, segundo a Prefeitura. Maternidade será usada para tratamento de pessoas com coronavírus Prefeitura de Bom Despacho/Divulgação Os leitos da nova maternidade na Santa Casa de Bom Despacho serão utilizados para tratamento de pacientes com coronavírus. A ala estava desativada, mas foi reformada e reequipada recentemente. A informação do uso dos leitos para pessoas infectados com a Covid-19 nesta quarta (1º). Ao todo, serão 29 leitos disponibilizados na unidade para o atendimento aos pacientes infectados. São 15 da maternidade e 14 da Santa Casa. Segundo a Prefeitura, as 15 Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Município também estão priorizando os atendimentos de casos de coronavírus. Apenas os casos graves serão encaminhados para a Santa Casa e o Pronto Atendimento. Os consultórios particulares devem seguir as orientações da Agência Nacional de Saúde (ANS) e atender os casos urgentes.

Duas pessoas são presas transportando 6 kg de maconha do Mato Grosso do Sul para Montes Claros


Veículo foi abordado na entrada da cidade pela Polícia Federal após uma denúncia; droga estava no tanque de combustível. Polícia apreendeu 6 kg de maconha Polícia Federal/ Divulgação A Polícia Federal prendeu duas pessoas que estavam transportando 6 kg de maconha em um carro do Mato Grosso do Sul para Montes Claros, no Norte de Minas. O veículo foi abordado na entrada da cidade depois de uma denúncia anônima na tarde desta quinta-feira (2). Segundo a Polícia Federal, a droga estava escondida no tanque de combustível do carro. Os dois presos foram levados para a delegacia da PF e serão encaminhados ao presídio. De acordo com a polícia, eles vão responder por tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico. Veja mais notícias da região no G1 Grande Minas.

Pontos de ônibus de Juiz de Fora são higienizados pelas equipes do Demlurb


A ação preventiva que visa a saúde da população ocorrerá no período noturno. Equipes do Demlurb higienizam pontos de ônibus em Juiz de Fora Prefeitura de Juiz de Fora/Divulgação O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb) da Prefeitura de Juiz de Fora realizou na terça-feira (1º), a higienização dos pontos de ônibus pelo Centro da cidade. A ação teve a intenção de diminuir a propagação do coronavírus e assegurar a saúde da população. Segundo divulgado pela Prefeitura, foram limpos os pontos das avenidas Rio Branco, dos Andradas, Francisco Bernardino e Getúlio Vargas, até a Rua Marechal Deodoro, e o passeio do Largo do Riachuelo. No processo de limpeza, foi utilizado um caminhão-pipa cedido pela Companhia de Saneamento Municipal (Cesama). A higienização foi feita com hipoclorito de sódio. Ainda conforme a Administração, os profissionais que realizaram a atividade utilizaram os materiais apropriados para segurança como máscaras e roupas protetoras. O Demlurb continuará com esta ação nos próximos dias nos pontos de ônibus com grande fluxo. As limpezas ocorrerão sempre no período noturno, das 23h às 6h.

Primeiro caso de coronavírus confirmado em Patos de Minas é divulgado pela Prefeitura


Paciente é um idoso que está internado num hospital particular da cidade. O caso ainda não consta no boletim da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais e do Ministério da Saúde. Exame foi feito por um laboratório particular credenciado Ayrton Freire/Inter TV Cabugi Foi confirmado nesta quinta-feira (2), pela Prefeitura de Patos de Minas, o primeiro caso de coronavírus da cidade. O caso ainda não consta no boletim da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e do Ministério da Saúde. De acordo com o governo municipal, o paciente é um idoso, de 61 anos, que está internado em um hospital particular da cidade. O estado de saúde dele é estável, sem necessidade de uso do respirador. O exame foi feito por um laboratório particular credenciado. A Prefeitura também informou que monitora o caso e que já orientou as pessoas que tiveram contato com o paciente a ficarem em casa. Além do caso confirmado, o boletim aponta que Patos de Minas tem 128 casos suspeitos e outras dez notificações para Covid-19 foram descartadas. Veja também: Boletim da SES-MG registra mais 11 casos confirmados da Covid-19 no Triângulo e Alto Paranaíba Secretaria de Saúde de Patos de Minas alerta população após idoso cair em golpe de vacina domiciliar Prefeitura de Patos de Minas flexibiliza reabertura do comércio e amplia suspensão das aulas Initial plugin text

Prefeitura divulga 35 casos confirmados de coronavírus em Juiz de Fora


Informação consta no Boletim Municipal desta quinta-feira (2) e cidade tem oito mortes em investigação. Os números ainda não constam nos boletins do Estado e do Ministério da Saúde. Teste de coronavírus é realizado no Brasil Francisco França/Secom-PB A Prefeitura de Juiz de Fora divulgou, na tarde desta quinta-feira (2), que a cidade tem 35 casos confirmados de coronavírus. As informações são do Boletim Municipal Diário e os dados ainda não constam nas divulgações oficiais do Governo de Minas e do Ministério da Saúde. O número representa um aumento de três casos confirmados no município em relação ao último boletim, publicado na quarta-feira (1°). Em relação aos casos suspeitos da Covid-19, a cidade tem 668 em investigação. Ainda conforme o boletim, são oito mortes em investigação em Juiz de Fora, uma a mais do que no boletim passado. Veja também o boletim de quarta-feira: Juiz de Fora tem 32 casos confirmados e 449 suspeitos de coronavírus Boletim estadual Na manhã desta quinta-feira, o G1 mostrou que a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) chegou a confirmar uma morte por Covid-19 no município. Durante a tarde, o Estado voltou atrás e informou que o óbito permanece em investigação para a doença. No Boletim Epidemiológico desta quinta, a SES-MG incluiu mais seis casos confirmados de coronavírus em Juiz de Fora. Com isto, a cidade passou a ter 30 casos de Covid-19, sendo a segunda cidade em Minas Gerais com mais casos confirmados, atrás apenas de Belo Horizonte. Initial plugin text

Coronavírus: 19 laboratórios são habilitados pela Funed para o teste no estado


Segundo a Funed, a expectativa é que sejam processadas 1.800 amostras por dia. Funed é importante centro de pesquisa e fabricação de medicamentos na área de saúde em Minas Reprodução/TV Globo Minas Gerais terá rede de exames para o coronavírus ampliada. A medida estava prevista para a próxima sexta-feira (03), mas foi publicada nesta quinta-feira (2), pelo governo do estado. Serão 19 laboratórios adequados para a realização dos testes e habilitados pela Fundação Ezequiel Dias. Todos os testes serão feitos de acordo com a técnica recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que aponta o material genético do vírus presente na amostra analisada. Cerca de 1.800 amostras devem ser processadas por dia. Os exames poderão ser feitos nos municípios de Viçosa, Rio Paranaíba, Diamantina, Montes Claros, Ipatinga, Sete Lagoas, Lagoa Santa e Pedro Leopoldo. Na capital, eles serão realizados pelos laboratórios da Fundação Hemominas, da FioCruz Minas, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), do São Marcos Saúde e Medicina Diagnóstica e do Simile Instituto de Imunologia Aplicada, além da Funed. De acordo com o governador Romeu Zema (NOVO), a fundação realizava 200 exames por dia e, desde a última quarta-feira (1), a capacidade já teria dobrado. Para o Rodrigo Leite, vice-presidente da Funed, “com uma maior celeridade no diagnóstico dos exames, é possível, por exemplo, tomar decisões em tempo oportuno, que venham contribuir para mitigar os efeitos da pandemia em nosso estado”. Em Minas, são 370 casos confirmados e 4 mortes já foram registradas pela COVID-19. Outras outras 55 estão em investigação, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde. Como foi feita a escolha dos laboratórios? Na última semana, a fundação abriu inscrições para os laboratórios interessados em fazer parte da rede. Mais de 100 laboratórios se cadastraram. Desse total, 47 encaminharam o checklist obrigatório para avaliação. Após análise da documentação, 19 laboratórios foram considerados aptos a ingressarem na rede. Os laboratórios foram divididos em duas categorias: parceiros e colaboradores. O primeiro grupo será uma espécie de extensão da Funed. Já o segundo terá mais autonomia e será responsável por todas as etapas do teste, desde a amostra até a liberação do resultado.

Idosos somam 26 internações com suspeita de Covid-19 em Uberlândia; veja perfil dos internados


Ainda sim, as pessoas com idades entre entre 60 e 69 anos representam a faixa etária com maior porcentagem na tabela. Veja as informações dos pacientes que estão em UTI e enfermarias da cidade, além do boletim municipal diário. HC-UFU é o hospital referência no tratamento da covid-19 na região HC-UFU/Divulgação A atualização da Secretaria Municipal de Governo e Comunicação divulgada nesta quinta-feira (2), sobre o perfil dos pacientes que estão internados em Uberlândia com suspeita de ter o novo coronavírus, aponta que dentro do chamado grupo de risco a cidade tem 26 idosos em hospitais. As informações que foram repassadas ao G1 mostram a faixa etária dos casos que estão nas Unidades de Terapia Intensivas (UTIs) e em enfermarias. Os dados não informam em quais hospitais da cidade os pacientes estão internados. Veja abaixo mais informações. Boletim Municipal Diário Conforme os dados divulgados nesta quinta-feira no boletim municipal diário, Uberlândia registrou aumento no número de pessoas internadas com suspeita de coronavírus. Ao todo, são 64 casos de pessoas internadas, seis a mais do que o boletim do dia anterior. Sendo que 24 estão em unidades de tratamento intensivo (UTI), enquanto outros 40 estão internados na enfermaria. Veja também: Uberlândia tem 24 casos confirmados de coronavírus e mais de 230 tiveram resultado negativo para a doença, segundo boletim da Prefeitura Perfil das internações Com relação aos dados do perfil das pessoas internadas, oito delas são bebês ou crianças de 0 a 5 anos com suspeita de Covid-19, sendo que dois destes casos estão na UTI. Já o considerado grupo de risco - faixa etária acima dos 60 anos - conta com 26 pessoas internadas, sendo 15 na UTI, mantendo os números divulgados na quarta-feira (1°). Considerando todos os internados, pessoas com 40 até 69 anos, representam pouco menos da metade dos números totais da tabela, somando 31 internações. Analisando os números da UTI, as pessoas entre 60 e 69 anos representam a faixa etária com maior porcentagem na tabela, totalizando nove casos. Já a faixa etária que conta com menos internações é a dos 6 aos 12 anos, no qual há apenas um registro. Com relação à enfermaria, esta conta com 22 pessoas internadas com idades entre 13 e 59 anos. As pessoas com 80 anos ou mais apontam 5 internações. Perfil dos internados Boletim da SES-MG registra mais 11 casos confirmados da Covid-19 no Triângulo e Alto Paranaíba Initial plugin text

ANM interdita 47 barragens por falta de declaração de estabilidade; MG é o estado com mais estruturas irregulares


Segundo a agência, 36% das barragens foram construídas pelo mesmo método das de Brumadinho e Mariana. Barragem Sul Superior é uma das que foram interditadas Reprodução/TV Globo Das 47 barragens interditadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) por falta da Declaração de Condição de Estabilidade (DCE), 37 estão em Minas Gerais. Outras quatro estão no Mato Grosso, duas no Paraná, duas em São Paulo, uma no Amapá e uma no Rio Grande do Sul. De acordo com a ANM, 36% das barragens interditadas foram construídas pelo método a montante, como a do Córrego do Feijão, em Brumadinho, e a de Fundão, em Mariana. As duas tragédias deixaram quase 280 mortos. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (2). As mineradoras tinham até o dia 31 de março para atestaram a segurança das estruturas. A Declaração de Condição de Estabilidade é um documento obrigatório para todas as barragens que e precisa ser enviado à ANM duas vezes ao ano. Das 37 barragens interditadas em Minas Gerais, trinta não obtiveram o documento. Destas, 23 são da Vale. O G1 procurou a mineradora e aguarda um posicionamento. Confirma a lista completa das barragens interditadas aqui.

Associação 'Meu Amar' oferece atendimento online gratuito para mulheres vítimas de violência em Divinópolis


Assistências são feitas pela internet no período de pandemia do novo coronavírus. Em breve serão realizados encontros presenciais. Associação "Meu Amar" realiza rodas de conversas em Divinópolis Associação Meu Amar/Divulgação A Associação "Meu Amar", que iniciou os trabalhos em Divinópolis há duas semanas, vem acolhendo mulheres vítimas de violência, pela internet, onde são realizadas rodas de conversas, além de apoio psicológico e social. Segundo a presidente e fundadora do projeto, Tatiane Duarte, a associação estava com data marcada para atendimentos presenciais para o dia 6 de abril. Os encontros serão realizados em uma sala cedida pelo Grupo de Educação Ética e Cidadania (Geec), que fica na Avenida 21 de Abril, nº 1.590, no Bairro Santa Clara. No entanto, no período de pandemia do novo coronavírus a diretora explicou que os atendimentos são feitos pelas redes sociais. No Instagram da instituição que é: @projetomeuamar, é possível encontrar um formulário que deve ser preenchido pela mulher que tiver interesse em participar do projeto, para que ela receba um link de acesso à roda de conversa. De acordo com a advogada e uma das diretoras do projeto, Thelma Rodrigues, os atendimentos são realizados em dias e horários pré-definidos e as mulheres poderão contar com as assessorias de advogados, psicólogos e voluntários do projeto. "Uma das preocupações do projeto, enquanto um espaço de acolhimento, é que as mulheres sejam bem informadas e o que elas precisam também é de informações sustentadas. Que seja na lei, que seja no aspecto psicológico, emocional, a intenção é que ela seja bem amparada e bem direcionada", pontuou. Thelma ainda destacou que os atendimentos são sigilosos e cada caso é avaliado e acolhido de maneira diferente, respeitando a particularidade emocional de cada uma das mulheres que buscam ajuda. "Cada caso é um caso e são muito delicados. Por isso, a gente trata com todo sigilo e atenção. Realmente o aspecto emocional é fundamental e é o que define a situação", acrescentou. Diretoria do Projeto 'Meu Amar', que atende mulheres vítimas de violência em Divinópolis Associação Meu Amar/Divulgação Formas de violência As representantes da associação, Thelma e Tatiane, ressaltaram que são inúmeras as formas de violência contra a mulher, por isso, é necessário ter atenção. "A gente sempre fala que a violência contra a mulher existe de várias formas: existe a violência patrimonial, psicológica, emocional, a física que chama mais atenção das pessoas. Mas a violência está no dia a dia. Orientamos as mulheres que, ao menor sinal de violência dentro de casa ou no trabalho, que estejam atentas, busquem ajuda e façam com que alguém saiba do desconforto que ela está vivendo. Além disso, que ela conte com essas ferramentas de apoio. Nós estamos preparados para ser essa ferramenta de escuta", concluiu Thelma. Para as mulheres interessadas nos atendimentos, o telefone da Associação Meu Amar é: (37) 98422-2024.

Grupo empresarial deve pagar quase R$ 21 milhões por desvio de recursos da Cidade das Águas em Frutal


Empresa foi investigada pelo MPMG em 2016 quando empresários e políticos foram presos. Parte do acordo será destinada à UEMG e restante vai para o Estado; G1 procurou os envolvidos. Parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal Ascom/Unesco-Hidroex Um grupo empresarial português firmou acordo para pagamento de R$ 20,9 milhões em medidas compensatórias apuradas pela Operação “Aequelis”, que investiga o desvio de recursos públicos destinados a Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas (Hidroex) para a construção do Complexo Cidade das Águas, em Frutal. O acordo foi firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) e a Advocacia-Geral do Estado (AGE). A informação foi divulgada pelo MPMG na última segunda-feira (10). Os valores já foram depositados. O nome do grupo empresarial não foi divulgado na publicação do órgão, que reforçou que não fornece contatos de partes em procedimentos. Na época da operação, desencadeada em 2016, empresários e políticos foram conduzidos pela polícia durante cumprimento de mandados de prisão em cidades no interior de Minas Gerais e São Paulo. Foram encontrados indícios de superfaturamento em vários contratos (relembre mais abaixo). Segundo o MPMG, R$ 4,7 milhões são referentes ao ressarcimento do dano causado ao Estado. Outros R$ 10,2 milhões se referem a danos morais coletivos. No acordo, constam, ainda, R$ 4,7 milhões como pagamento de multa civil, e R$ 1,2 milhão de transferência não onerosa. “Sem abrir a mão da punição àqueles que cometeram os ilícitos, a solução leva benefícios imediatos aos que foram prejudicados pelos crimes. Esse é um ponto em que insistimos desde o início e que continuaremos a reforçar”, disse o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet. Destinação Uma parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal. Já o restante será destinado aos cofres do Estado. Conforme o Ministério Público, o acordo firmado se refere a uma das ações ajuizadas por improbidade administrativa, e interfere em outras ações penais em curso na Justiça Federal. Réus que ainda não firmaram acordo continuam respondendo o processo. A Fundação Hidroex foi extinta em 2016. Promotoria de Frutal O G1 entrou em contato com o MPMG para saber qual a quantia de dinheiro público desviada e se, além do impacto financeiro, houve impacto ambiental. Sobre isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Frutal informou, nesta quinta-feira (13), que o valor estimado de dinheiro público desviado segundo a apuração do Ministério Público foi de R$ 4.758.136,00. Sobre os danos gerados ao Estado – citados no acordo – a promotoria afirmou que não têm qualquer aspecto ambiental, sendo exclusivamente no âmbito da tutela do patrimônio público. Valores depositados Foi informado também que os valores do acordo foram depositados em conta judicial nos autos da ação, em trâmite pela 2ª Vara Cível da Comarca de Frutal e serão gastos nos termos de acordo com solicitação específica e autorização judicial. UEMG Ainda segundo a promotoria, em relação ao montante destinado à UEMG Frutal, relativos aos danos morais coletivos, foi designada pela 3ª Promotoria de Justiça de Frutal uma reunião na próxima segunda-feira (17) com a Diretoria da unidade e com a Comissão pró-UEMG Frutal. O encontro vai contar com representantes dos estudantes, dos professores, dos servidores e da sociedade civil frutalense para discutir as prioridades a serem atendidas e como ocorrerá a fiscalização por parte do MPMG, que encaminhará também para análise da CGE. Operação "Aequalis" A Operação "Aequalis" foi deflagrada em maio de 2016. No dia 20 de setembro do mesmo ano, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou a lei que extinguiu a Fundação Hidroex, investigada pelo MPMG por suspeita de envolvimento e desvio de verbas públicas. A operação encontrou indícios de superfaturamento em vários contratos, dentre eles o de venda de equipamentos. O ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, entre 2012 e 2014, Nárcio Rodrigues (PSDB), e outras 14 pessoas foram acusadas de organização criminosa, fraude em licitação, obtenção de vantagem indevida, lavagem de dinheiro, peculato e obstrução. Cidade das Águas foi projeto para ser um centro internacional de pesquisa Ascom/Unesco-Hidroex A Hidroex desenvolvia em Frutal o Complexo Cidade das Águas, que começou a ser construído em 2012 e teria mais de 1 milhão de m². O local foi projetado para se tornar um centro internacional de pesquisa, com foco na conservação do patrimônio hidrológico da América Latina e das nações africanas de língua portuguesa. Com a extinção da Hidroex, a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) assumiu as responsabilidades e obrigações da fundação quanto aos programas, projetos, contratos e convênios celebrados. O mesmo ocorreu com os bens imóveis, que foram revertidos ao patrimônio do Estado, cabendo à Secretaria de Fazenda (SEF) proceder a destinação. Irregularidades na Hidroex Uma auditoria da Controladoria-Geral de Minas Gerais apontou, em abril de 2016, suposto dano aos cofres públicos devido a irregularidades na obra do Complexo Cidade das Águas durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB). A auditoria da controladoria aponta que houve prejuízo de cerca de R$ 9,8 milhões aos cofres públicos.

Carlinhos Maia apresenta show de humor 'Mas, Carlos!' pela primeira vez no AP


Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Michele Maycoth interpreta sucessos de Maria Gadú em noite romântica no AP


'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Exposição 'Minha Aldeia' reúne fotografias inspiradas no cotidiano amapaense


Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Peça teatral amapaense vai narrar acontecimentos 19 anos depois do último livro de Harry Potter


Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Levantamento do G1 mostra variação de preço nas opções de transporte em Divinópolis; confira


Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Show de humor em Macapá leva histórias de ribeirinhos da Amazônia para o teatro


Dupla Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara apresentam ‘Agora é que são Eles’, na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras. Lançamento de livros também marcam visita dos humoristas ao AP. Epaminondas Gustavo (com a bandeira) e Adilson Alcântara no show 'Agora é que são Eles’ Divulgação Histórias engraçadas de ribeirinhos que vivem no interior do Pará inspiraram o repertório de “Agora é que são Eles”, novo show de humor da dupla paraense Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara. A apresentação do espetáculo acontece na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá. Com o sotaque típico da região, o personagem Epaminondas Gustavo, interpretado pelo ator Cláudio Rendeiro, conta aventuras, reclamações, desavenças, conselhos e fatos de comunidades que vivem às margens de rios. A apresentação teatral é acompanhada por canções de Alcântara. Além de ator, Rendeiro é juiz do Tribunal de Justiça do Pará. Ele caracterizou o protagonista do show de humor como um morador de São Caetano de Odivelas, cidade natal do magistrado, com linguajar “caboco” e cheio de expressões. Alcântara é um artista paraense com 25 anos de carreira como cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Ele é o responsável por equilibrar o humor com a paródia, que também faz parte da vida dos ribeirinhos, e conta as piadas com ritmo e acompanhado por um violão. A dupla fez uma apresentação em Macapá em maio, lotou o teatro e quer repetir a experiência na capital. Espetáculo leva histórias hilárias da região ribeirinha do Pará Divulgação Livros e palestra Um dia antes da apresentação no Teatro das Bacabeiras, os humoristas vão fazer o lançamento dos livros “Sátira de um Ribeirinho”, que traz crônicas e histórias no olhar de Cláudio Rendeiro, e “Lírica Ribeirinhas e Outras Margens”, com o lado poético do artista. O lançamento dos livros é gratuito acontece após uma palestra-show voltada para alunos do curso de direito, no auditório do Sebrae em Macapá. Serviços Palestra-show para estudantes de direito Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 19h Local: Auditório do Sebrae (Av. Ernestino Borges, 740 - Laguinho) Entrada: R$ 20 Lançamento dos livros Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 20h30 Local: Auditório do Sebrae Entrada: franca Show de humor 'Agora é que são Eles' Data: 3 de agosto (sexta-feira) Hora: 20h Local: Teatro das Bacabeiras Ingresso: R$ 30 Informações: (96) 98139-9346 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Sem dinheiro, venezuelanos acampam às margens de rodovia na fronteira do Brasil: 'aqui pelo menos temos comida'


Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; 'Na rua é muito frio' Inaê Brandão/G1 RR Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias. Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua - o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas. Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas. No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões. As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C. A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então. "Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso", lamentou Angélia. A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil. "Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada", disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha. O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário - corroído pela inflação diária de 2,8% - perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho. "A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida", disse. O objetivo da família é chegar até Manaus. Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: 'é uma homenagem ao país que me acolheu' Inaê Brandão/G1 RR O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela. Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu. "A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato", afirmou. Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal. "A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga". Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar. Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia. Imigrantes fazem comida em fogões improvisados Inaê Brandão/G1 RR Crise migratória Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações. Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres. O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia. Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados. Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado. Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país. Acampamento foi montado às margens da BR-174 Inaê Brandão/G1 RR Initial plugin text

Barracas de apoio aos romeiros começam a funcionar nesta sexta na BR-365 em Patos de Minas


Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto. Reprodução/TV Integração Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto. As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365. Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros. O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

Quilo do Pirarucu é vendido em Rondônia por R$ 9,36 no valor médio


Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades Toni Mendes/ TG A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas. Confira abaixo a lista de alguns itens: Peixe Pirarucu (quilo) Preço médio: R$ 9,36 Porto Velho: R$ 11,00 Guajará-Mirim: R$ 10,00 Ariquemes: cotação não informada Jaru: R$ 8,00 Rolim de Moura: R$ 7,40 Machadinho D'Oeste: R$ 10,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00 Ji-Paraná: R$ 11,00 Colorado do Oeste: R$ 8,50 São Miguel do Guaporé: cotação não informada Costa Marques: cotação não informada Cacoal: cotação não informada Vilhena: cotação não informada Pimenta Bueno: cotação não informada Banana Nanica/ Nanicão (quilo) Preço médio: R$ 1,88 Porto Velho: R$ 2,00 Guajará-Mirim: R$ 1,80 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 2,00 Rolim de Moura: R$ 1,30 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 2,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: 1,50 Cacoal: R$ Cotação não divulgada Vilhena: R$ Cotação não divulgada Pimenta Bueno: R$ 2,00 Bezerro de corte (cabeça) Preço médio: R$ 960,71 Porto Velho: R$ 950,00 Guajará-Mirim: R$ 900,00 Ariquemes: R$ 950,00 Jaru: R$ 1.000,00 Rolim de Moura: R$ 1.100 Machadinho D'Oeste: R$ 1.000,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00 Ji-Paraná: R$ 950,00 Colorado do Oeste: R$ 1.000,00 São Miguel do Guaporé: 720,00 Costa Marques: R$ 900,00 Cacoal: R$ 980,00 Vilhena: R$ 1.000,00 Pimenta Bueno: R$ 1.000,00 Alface convencional (maço) Preço médio: R$ 1,80 Porto Velho: R$ 1,50 Guajará-Mirim: R$ 2,00 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 1,50 Rolim de Moura: R$ 1,50 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 1,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: R$ 2,00 Cacoal: R$ 2,00 Vilhena: R$ 1,65 Pimenta Bueno: R$ 2,00

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